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Recomendações de Indicação do Cateter Venoso Central de Curta Permanência (CVC)

Recomendações de Indicação do Cateter Venoso Central de Curta Permanência (CVC)

O uso dos cateteres vasculares é uma das intervenções mais importantes e necessárias na Terapia Intravenosa. O acesso venoso central seguro é um princípio fundamental no cuidado de pacientes criticamente enfermos.

Durante décadas, o cateter venoso central de curta permanência (CVC) têm sido primordiais para infusão de drogas e soluções rápidas nos pacientes que estão em estado crítico. Cateteres venosos centrais de curta permanência são comumente instalados em veia jugular interna, subclávia ou femoral.

No Brasil, esse acesso pode ser realizado somente por médicos e a enfermagem é responsável por executar os cuidados.

Quando o CVC é Indicado?

Geralmente é indicado em pacientes com quadros agudos, como por exemplo:

  • Pacientes instáveis hemodinamicamente que requerem monitorização ou grandes infusões de líquidos;
  • Pacientes em urgências que necessitam de acesso venoso central imediato;
  • Pacientes submetidos a cirurgias de grande porte, onde o acesso periférico não é suficiente;
  • Pacientes sem condição de acesso venoso periférico, seja por obesidade, histórico de drogadição ou veias muito frágeis;
  • Administração de medicamentos incompatíveis em veias periféricas, como vasopressores, nutrição parenteral total e quimioterápicos em altas doses;
  • Acesso imediato para terapia de substituição renal, como hemodiálise ou hemofiltração contínua.

Onde é Instalado?

O CVC de curta permanência é inserido, preferencialmente, nas seguintes veias centrais:

  • Veia jugular interna: acesso de escolha na maioria das UTIs por ser de fácil acesso e menor risco de pneumotórax;
  • Veia subclávia: menor risco de infecção, porém com maior risco de pneumotórax durante a inserção;
  • Veia femoral: utilizada em situações de emergência ou quando os outros acessos não são possíveis.

A escolha do sítio de inserção deve considerar as condições clínicas do paciente, a experiência do profissional e o risco de complicações associadas.

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Referência: Lim, M. S. (2016). Evidence-based guidelines for central venous catheterization. Annals of Internal Medicine. Disponível em: https://www.acpjournals.org/doi/10.7326/M15-0744

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